Entrevista || 27.05.2013
GRANDE ENTREVISTA 27 - 5 -2013
Alexandra Simeão: “Os nossos dirigentes têm que aprender a ser humildes”
ANGOP - 01 Novembro de 2006
01 Novembro de 2006
Luanda, 01/11 - O Ministério da Educação lançou hoje oficialmente em Luanda, a campanha "Os alunos dizem não à cólera", aliando-se aos esforços do pelouro da Saúde no combate à epidemia que assola o país desde Fevereiro.
A campanha desenvolvida em pareceria com os ministérios da Saúde, Energia e Águas, Reinserção Social e agências das Nações Unidas, nesta primeira fase abrange apenas a formação dos professores das escola da capital, prevendo-se a sua extenção durante o próximo ano lectivo às províncias mais afectadas pela cólera.
Na ocasião foi apresentado aos participantes o manual ilustrado "Kimbita e a cólera", a ser utilizado na sensibilização das crianças de modo a facilitar a sua compreensão da doença.
Segundo a vice-ministra da Educação, Alexandra Simeão, esta iniciativa conjunta vai permitir uma melhor compreensão do problema, a dissiminação da informação entre os alunos (cuidados), bem como ajudar a prevenir novos casos.
" É tambem uma forma de alertar aos encarregados de educação que a doença pode afectar qualquer um independentemente das condições sociais", frisou a governante, reforçando a necessidade de se manter as escolas limpas e de água potável nas mesmas,bem como a melhoria do saneamento básico.
Para a representante do Unicef em Angola, Ângela Kearney com esta iniciativa o Ministério da Educação mostra que só com a conjugação de esforços será possível travar a epidemia. "Esta participação das crianças fará delas cidadãos responsáveis e comprometidos com o combate à colera", referiu.
No entanto sem água potável e um sistema de saneamento adequado nas escolas, todo o empenho do Governo e dos alunos poderão "cair em saco roto".
Durante um dia 57 participantes entre professores de todos os municípios e responsáveis do ensino geral vão ser seminariados por técnicos do Minsa e do Unicef sobre os cuidados básicos de prevenção da cólera.
A sessão de abertura contou com a presença dos vice-ministros da Saúde, Reinserção Social, Energia e Águas, José Van-Dúnem, Maria da Luz Magalhães e Rui Tito, respectivamente e da representante da OMS em Angola, Fantomata Diallo.
Nas últimas 24 horas Angola registou cinco óbitos em 100 casos diagonsticados.
Desde o início da epidemia de cólera a 13 de Fevereiro último foram já notificados dois mil 358 óbitos e 57 mil 480 casos no país.
ANGOP - 05 Janeiro de 2001
05 Janeiro de 2001
Luanda, 05/01 - A II edição dos jogos escolares dirigidos afaixa etária entre os 10 e 15 anos, realizam-se no Kwanza-Sul,confirmou hoje o governador daquela província, Higino Carneiro.
O anunciou foi feito no final de um encontro entre o ministro dajuventude e desportos, José Marcos Barrica, a vice-ministra daeducação e cultura, Alexandra simeao, e Higino Carneiro.
Entretanto, desconhece-se ainda as datas definitivas para arealização do evento, aprazado inicialmente para o período de 14 a 21 do corrente mês.
O futebol, em masculinos, basquetebol, andebol, atletismo, emambos os sexos, são as modalidades escolhidas.
Higino Carneiro afirmou que o governo do Kwanza-Sul está empenhadona criação de condições, nomeadamente de infraestruturas, entreoutras, para a realização do evento com êxito.
Por seu lado, a vice-ministra Alexandra Simeão disse que arestauração do desporto escolar no país passa necessariamentepela reabilitação dos recintos desportivos, e que tal apenas serapossível com o apoio dos governos provinciais.
"Estamos a dar passos significativos rumo ao desenvolvimento do desporto na escola, e a realização deste II campeonato, após o primeiro disputado no ano passado na província de Cabinda".
ANGOP - 05 Julho de 2001
05 Julho de 2001
Luanda, 05/06 - O simpósio nacional sobre sindicalismo e direitos humanos foi aberto hoje, em Luanda, pelo presidente do Sindicato Nacional de Professores (Sinprof), Miguel Filho, que considerou os sindicatos como uma das esperanças dos trabalhadores assalariados no país.
Para o responsável do Sinprof, apenas a sua instituição não será capaz de mudar a actual situação dos docentes em Angola, sendo necessário, por isso, a conjugação de esforços dos homens ligados a causa dos trabalhadores.
Citou a cooperação e a inter-ajuda entre os sindicatos do país, assim como a recolha de experiências em vários domínios com sindicalistas internacionais como a melhor forma para atingir os objectivos preconizados por todos.
Reconheceu que deste simpósio, promovido pelo Sinprof, e em outros encontros do género se poderá adquirir "conhecimentos a altura das barreiras impostas", pelo que advogou a necessidade de se apostar na realização de mais sessões para uma melhor capacitação.
Esclareceu que a interiorização de alguns conceitos e referências a serem ministrados, relativos a cidadania, sindicalismo e aexperiência portuguesa, vão contribuir para o amadurecimento e para um exercício sindical mais digno.
Depois de reflectir sobre o nascimento do sindicalismo angolano independente, Miguel Filho disse ser importante a realização de algopara que as actuais vicissitudes e incertezas no seio dos funcionários públicos deixem de vingar.
Pediu uma reflexão aturada de todos os sindicalistas sobre os enormes problemas do homem, do cidadão, do professor e do sindicalismo em Angola.
O fórum, com termo previsto para sexta-feira, esta a debater temas sobre "relação sindicatos, Governo e partidos políticos em Angola", "o cidadão e o usufruto do direito e da cidadania" e"liderança sindical e perfil dos lideres em Angola", entre outros.
Oradores como a presidente do Partido Liberal Angolano (PLD), Analia de Vitoria Pereira, e os professores Viera Lopes, Paula Borge,João Kwambela e Fernando Pacheco vão dissertar os temas.
Estiveram presentes na abertura do evento, o ministro da Educação e Cultura, Burity da Silva, a vice-ministra desse sector para áreasocial, Alexandra Simeão, o presidente da Unta-Central Sindical (CS), Silva Neto, entre outros convidados.
ANGOP - 05 Maio de 2007
05 Maio de 2007
Benguela, 05/05 - A vice-ministra da Educação para a área social, Alexandra deVictória Simeão, revelou nesta sexta-feira, em Benguela, que cerca de um bilião depessoas, a nível mundial, entrou para o século XXI sem saber ler nem escrever.
Falando durante uma conferência sobre o tema "Educação e Saúde que Relação", promovida pelo colégio privado "EL-Óscar" em parceria com as direcções provinciais da Educação e Saúde, afirmou que, deste número, cerca de 150 milhões são crianças em idade escolar, maioritariamente do sexo feminino, e contram-se fora do sistema escolar.
Salientou que, actualmente, essas pessoas continuarão a viver em condições de pobreza extrema e terão um estado de saúde precário, comparativamente a outras que tiveram acesso a educação.
Reconheceu ainda que as consequências do analfabetismo são profundas e potencialmente constituem uma ameaça a própria vida, considerando que garantir o direito a educação é uma questão de moralidade, justiça e fundamentalmente relacionada com o profundo sentido económico.
"A negação do direito a educação, compromete a capacidade da pessoa ser produtiva, de se sustentar a si e a sua família, bem como de se proteger, pois pessoas instruídas compreendem a importância dos cuidados de saúde, higiene, saneamento, nutrição adequada e ajudam a reduzir a incidência de doenças evitáveis, diminuindo as mortes", referiu.
Alexandra Simeão adiantou estar aprovado, a nível mundial, particularmente em Angola, que quanto melhor os cuidados e a estimulação que as crianças recebem, maior serão os benefícios para elas e para a economia nacional, uma vez que vivem experiências positivas na infância, no âmbito da saúde, nutrição e estimulação do seu desenvolvimento.
Revelou que estes cuidados fazem com que a criança tenha menos probabilidades de desperdiçar recursos públicos.
Para a governante, o estado de saúde da maioria dos angolanos, reflectidos pelos principais indicadores não tem sido animador, tendo em conta as estratégias e politicas do governo, no sentido de reverter tal situação, quer no sector da Saúde, quer no da Educação.
"O Estado não se demitiu das suas responsabilidades, visto que hoje os indicadores são melhores do que anteriormente", disse a vice-ministra.
ANGOP - 06 Setembro de 2001
06 Setembro de 2001
Luanda, 06/09 - A vice-ministra da Educação e Cultura para a área social, Alexandra Simeão, louvou hoje em Luanda, o esforço que os inspectores da educação tem feito para que o funcionamento do ensino seja satisfatório.
A dirigente que presidia o acto de encerramento do 1/0 encontro nacional da inspecção da educação e cultura, considerou difícil o desempenho dos inspectores da educação, tendo em conta os problemas que o pais enfrenta.
Segundo a vice-ministra, o sector a que pertence tem estado a acompanhar o trabalho do Gabinete de Inspecção da Educação eCultura (Ginec).
Na ocasião, o inspector geral da Educação e Cultura, João Romeu, disse que a comissão encarregue verificar no município do Cazenga a existência de professores "fantasmas" e outras irregularidades está a fazê-lo com êxito.
Após três dias de debates, os inspectores aprovaram um conjunto de resoluções que recomendam a elaboração de um novo projecto educativo, assim como trabalhar em colaboração com outros ministériospara um melhor funcionamento do órgão.
A defenderam ainda a necessidade de se realizar seminários de capacitação para os inspectores, cursos de formação para inspectores nas áreas de administração e finanças e a reformulação dos gabinetes de inspecção provinciais.
No evento que teve a duração de três dias participaram 22 representantes provinciais.
ANGOP - 08 Março de 2001
08 Março de 2001
Benguela, 08/03 - A vice-ministra da Educação e Cultura para acção social, Alexandra Simeão, visitou quarta-feira, nascidades do Lobito e Benguela, as instalações das cinco escolasconstruídas no âmbito do programa "comida pelo trabalho".
Alexandra Simeão, acompanhada do vice-governador de Benguelapara a esfera social, João Evangelista Basílio e do representante doPrograma Alimentar Mundial (Pam), José Castillo, visitou as escolasconstruídas nos bairros golfo e 27 de Março, no Lobito, e marai,cavaco e kamaninga, em Benguela.
Na oportunidade, a vice-ministra da Educação e Cultura paraacção social afirmou que a implementação deste projecto vaibeneficiar cerca de 20 mil adolescentes, actualmente fora do sistemade ensino.
Sobre as carteiras, Alexandra Simeão admitiu a possibilidade dese encontrar uma solução entre o governo de Benguela e os parceirossociais.
As obras, orçadas em cerca de três milhões de dólares, foramrealizadas por organizações não governamentais implantadas em Benguela, ao abrigo de um acordo assinado entre o Ministério daEducação e Cultura e o Programa Alimentar Mundial (Pam).
O acordo, assinado no ano 2000, visa a construção de escolas emtodo pais e a distribuição de merendas às crianças.
De acordo com Alexandra Simeão, o Programa Alimentar Mundialfunciona já na província de Malange, onde beneficiam de apoio mais de30 mil crianças.
ANGOP - 09 outubro de 2001
09 Outubro de 2001
Luanda, 09/10 - O Ministério da Educação e Cultura (MEC) e o Comité Nacional da Mulher Rural assinaram, na tarde de hoje, um protocolo de cooperação que visa a erradicação do analfabetismo no seio das mulheres que vivem no campo.
O evento se enquadra nos esforços do Governo, com a ampla participação de organizações representativas da sociedade civil, visando a erradicação do analfabetismo.
O MEC esteve representado pela sua vice-ministra para a área social, Alexandra Simeão, enquanto pelo Comité Nacional da Mulher Rural a sua presidente do conselho de administração, Joana Lina.
Para a Alexandra Simeão, este acto é de grande importância por estar virado para o analfabetismo no seio da mulher rural.
Acrescentou que o MEC acredita que, com a participação do Comité Nacional da Mulher Rural, está em condições de dar a todas asmulheres a possibilidade de aprender a ler, principalmente a aquelas que nunca tiveram oportunidade.
Por sua vez, Joana Lina disse que este protocolo é de grande responsabilidade para o seu comité porque a sua materialização vai permitir com que as mulheres rurais entendam de forma diferente o mundo que as rodeia e intervirem como agentes de mudança dentro das suas comunidades.
Joana Lina garantiu ao Ministério da Educação e Cultura que em todas as áreas em que o comité intervir a palavra "alfabetização"estará presente.
ANGOP - 11 Dezembro de 2000
11 Dezembro de 2000
Luanda, 11/12 - Uma exposição sobre formação manual e plástica foi inaugurada hoje no Magistério Primário, em Luanda, pelaVice-ministra da Educação e Cultura, Alexandra Simeão.
A amostra, organizada pela direcção da escola e pelosprofessores de formação manual politécnica, estará aberta até ao dia15 de Dezembro.
Os trabalhos apresentados na exposição foram feitos pelosalunos da décima primeira e décima segunda classes com tecidos,linhas, garrafas, azulejos, papel, sacos de sarapilheira, pedras,cascas de ovos e lápis de cor.
Com tecidos e linhas, os discentes fizeram toalhas de mesa e dechá, sacos de pão, aventais, rendas, guardanapos e vestidos.
De acordo com a professora Apolónia, uma das organizadoras, ossacos de sarapilheira e as cascas de ovos que muitas vezes vão parao lixo podem ser aproveitados para fazer tapetes, quadros emanequins.
Além da Alexandra Simeão, esteve também presente na inauguração da exposição a Vice-Ministra da Educação para o Ensino Geral, Francisca do Espírito Santo.
